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    Evangélicos doam quase R$ 1 milhão para reforma de hospital abandonado na Venezuela

    01 AGO 2017
    01 de Agosto de 2017

    A Venezuela é o país da América do Sul em pior situação econômica, resultado das medidas populistas adotadas pelo chavismo, movimento político iniciado pelo falecido ex-presidente Hugo Chavez e mantido pelo atual mandatário, Nicolas Maduro. Diante disso, todos os serviços públicos estão com dificuldades, incluindo os hospitais.

    Diante dessa situação calamitosa, uma igreja evangélica resolveu doar o equivalente a € 250 mil para reformar um grande hospital na cidade de Barquisimeto, capital do estado de Lara, de acordo com informações do portal Evangelical Focus.

    O Hospital Universitário Central Antonio María Pineda (Hcamp) está com toda sua estrutura prejudicada devido à falta de investimento nos últimos anos. Ele é um dos principais centros de saúde do estado de Lara, o quarto mais populoso da Venezuela, com mais de 2 milhões de habitantes.

    Diante disso, a Iglesia Evangélica Pentecostal Misionera Primitiva resolveu doar o equivalente a 3 milhões de bolívares venezuelanos (951 mil em conversão para o real com os valores de 26 de julho) para que o hospital seja reformado e tenha equipamentos de cardiologia, neurocirurgia, diálise, maternidade e pediatria restaurados.

    O pastor da denominação, Carlos Garcia, afirmou que os trabalhos de auxílio ao hospital foram iniciados em dezembro do ano passado, e o objetivo é trabalhar por doze meses, deixando o local em perfeitas condições de uso.

    Além do valor investido pela igreja, os evangélicos também se voluntariaram para oferecer horas de serviço em limpeza, eletricidade, carpintaria, encanamento, alvenaria e dedetização. “Quando começamos o trabalho, tudo estava muito danificado e arruinado, havia podridão e desperdícios de todos os tipos”, comentou o pastor, em entrevista ao portal La Prensa de Lara.

    Uma das áreas mais negligenciadas era o setor de cirurgia masculina, e o time de voluntários começou a restaurá-lo há três meses. Os funcionários do hospital chamavam o espaço de “bat-caverna”, segundo Nataly Valenzuela, uma das voluntárias que ajudou na limpeza inicial do espaço.

    A expectativa é que com o alto investimento feito através de doações e também da mão de obra voluntária, o hospital fique em perfeitas condições de uso, com sua capacidade plena.

    Fiéis trabalham como voluntários na manutenção e limpeza do hospital.


    Fonte: Gospel Mais

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